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China supera as 17 mil patentes em inteligência artificial num ano

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A China está já a liderar o número de patentes em inteligência artificial a nível mundial de acordo com um novo relatório de 2017.

Em 2015 foram registadas 18 mil invenções em inteligência artificial a nível mundial, 62% delas foram do Japão, Coreia do Sul e Estados Unidos. Agora, a Administração Nacional de Propriedade Intelectual da China publicou um relatório relativo a 2017, que revela que o número de pedidos de patentes de invenção de inteligência artificial (AI) na China cresceu para 46.284, enquanto o número de patentes concedidas foram de 17.477, um recorde mundial.

De acordo com os resultados da análise estatística, as patentes de invenção no campo da inteligência artificial na China aumentaram de forma constante em 2017, com Universidades e instituições de pesquisa a mostraram ter vantagens no desenvolvimento de algoritmos e hardware básicos, enquanto as empresas chinesas mostraram mais soluções no campo da aplicação vertical das invenções.

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As estatísticas mostram que, em 2017, do número de pedidos de patentes de invenção de inteligência artificial de 46.284, um total de 41.707 foram pedidos de chineses e 4.577 foram pedidos de estrangeiros a viver na China. O número de patentes de invenção da IA ​​concedidas na China foi de 17.477, entre as quais o número de patentes de invenções concedidas a chineses foi de 16.595 e o número de patentes de invenção a estrangeiros na China foi de 882.

No ranking de 2017 a nível geográfico de patentes atribuídas, a província de Guangdong foi a que ficou em primeiro lugar no país, conseguindo um total de 4.777 patentes. Além disso, foram nacionais dos EUA que conseguiram mais patentes, com 317 emitidas na China.

Apesar dos números impressionantes, o relatório indica que ainda há um atraso da China a nível de desenvolvimento geral da inteligência artificial na China, relativamente a países como EUA ou Japão, no que diz respeito a teoria básica de IA, algoritmos e equipamentos chave que podem ter IA. “A China ainda precisa de aumentar a inovação para atingir um maior desenvolvimento nesta nova era”, indica o estudo.